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A COLHEITA DAS FLORES
“Existe um grande
número de remédios vibracionais obtidos a partir da mãe Natureza. As
essências de flores vivas estão entre as mais antigas modalidades
naturais de cura. Continuaremos a nossa discussão da evolução
vibracional abordando as dádivas proporcionadas à humanidade pelas
flores do nosso planeta.”
Richard Gerber
A
criação de uma essência floral constitui o primeiro passo,
provavelmente o mais decisivo, de um processo de cura em
que aquela irá desempenhar um papel eventualmente preponderante. A sua
criação centra-se em dois pontos marcantes e fundamentais, a saber: a
colheita dos espécimens florais e a obtenção da tintura mãe,
a partir daqueles.
De acordo com os cânones deontológicos, tanto uma quanto a outra
requerem cuidados específicos e precisos na sua concretização.
Cada um deles será referenciado oportunamente, nas rubricas apropriadas.
Constitui para nós uma aposta de monta e um verdadeiro desafio
ético, cumprir o mais escrupulosamente possível cada um desses
preceitos, visando como meta ulterior a obtenção de uma essência
tão irrepreensivelmente pura quanto for realizável, tanto no que
refere à sua composição química, quanto ao ponto mais candente e
interessante – a vibração energética pretendida.
A COLHEITA DAS FLORES
“As flores são os beijos da Mãe!”
Vitorino de Sousa
Teoricamente é sabido que a flor – expoente máximo da evolução
vegetal – de cada espécie ou subespécie de planta contém intrinsecamente
determinada frequência vibracional que lhe é própria e que a
distingue de qualquer outra. Acresce que a cor das flores
colhidas é preponderante para os fins em vista, sendo sabido que
essências produzidas a partir das mesmas subespécies, mas recorrendo a
distintas colorações das flores permitem apontar para situações
patológicas igualmente diferenciadas.
Na nossa opinião, que não é diferente da emitida pela esmagadora
maioria, quer dos sintonizadores florais, quer dos terapeutas
mais esclarecidos, a colheita dos espécimens destinados à
produção das essências florais deverá revestir-se das maiores
precauções.
O crescimento saudável duma planta está dependente do
equilíbrio adequado dos quatro elementos: a terra (que
deverá ser boa, isto é, conter todos os nutrientes adequados à espécie
em causa), o ar (que deverá ser o mais puro possível), o fogo
(por acção dos raios solares) e a água (que para além de
despoluída, deverá estar disponível na quantidade necessária). Só em
condições óptimas serão geradas flores de qualidade
superior e estas são de facto as únicas adequadas à produção de
um remédio tão subtil quanto o são as essências
florais.
Devemos portanto fugir de locais poluídos, como as bermas
das estradas e as margens de cursos de águas insalubres, ou os situados
nas proximidades de terrenos sujeitos a culturas intensivas, de
polígonos industriais ou de instalações pecuárias, assim como na
proximidade de cabos de alta tensão.
Basta que atentemos no facto de que a essência a obter irá
posteriormente desdobrada em várias centenas de vezes,
multiplicando-se proporcionalmente a sua capacidade curativa,
para percebermos que ela deverá ser tão isenta de matérias
estranhas quanto possível. Mais importante ainda é a circunstância de se
tratar de um remédio vibracional cuja pureza energética
importa preservar.
Alguns autores referem que certas condicionantes geográficas,
sobretudo devido aos vórtices energéticos que se registam em
dadas regiões do planeta, permitem potenciar em maior ou menor
grau a energia que as flores libertam, com repercussões
significativas nas faculdades de cura delas dependentes. No caso
específico das essências florais ZED Florals, sobre as quais
recai o presente estudo, na sua esmagadora maioria, as colheitas foram
efectuadas dentro de uma área geográfica muito específica que
rodeia de forma bastante próxima o vórtice energético planetário
que se situa na Cova da Iria – Fátima.
No mapa representado pela Figura 1
essa área aparece representada no interior da circunferência branca.

Figura 1 – Mapa da zona centro de Portugal[3],
onde aparece, representada por uma circunferência com aproximadamente 30
quilómetros de raio, a área envolvente do vórtice energético da Cova da
Iria.
Área de
excepção,
já de si privilegiada, no mínimo devido às características supra
mencionadas, há que referir ainda que abarca espaços amplos nos
quais a intervenção humana se tem tentado manter em parâmetros mínimos,
nomeadamente o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a
Reserva Natural do Paúl do Boquilobo, a Senhora do Monte,
os Olhos d’Água, a Renova, o Agroal, para referir
apenas alguns deles. O mapa da Figura 2
representa as áreas específicas onde teve lugar a maioria
esmagadora das operações de colheita de flores por nós
efectuadas.

Figura 2 – Mapa[4]
representando o vórtice energético da Cova da Iria (1) e os sete
principais locais onde decorreu a colheita de flores, respectivamente: 2
– Sra. do Monte (Serra da Barrosinha), 3 – Agroal (nascente principal do
Rio Nabão), 4 – Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, 5 –
Renova (nascente do Rio Almonda), 6 – Olhos d’Água (nascente do Rio
Alviela), 7 – Reserva Natural do Paúl do Boquilobo.
O
Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (Figura 3),
ocupa uma área singular limitada a oeste pela falda ocidental da
Serra dos Candeeiros e a nordeste pela aba oriental da Serra de Aire,
abarca ainda as serras de S. Bento, da Mendiga, e de S. Mamede, de
dimensões bem menores. A sul, é mais ou menos delimitada por estradas
municipais a partir de Rio Maior até Alcanede, passando por Alcobertas,
depois pela Estrada Nacional 361, ligando Alcanede a Alcanena, a partir
de onde, por estradas municipais, segue por Casais Robustos, Pedrógão,
Pafarrão, etc. São de realçar, devido a algumas especificidades da
flora, pelo menos o Polje
de Mira d’Aire e Minde, o Vale da Canada, a Depressão de Alvados, a
Costa de Alvados e o Polje da Mendiga, assim como o Alto da Lagoa,
situado no extremo oriental do parque, mas fora deste. Toda esta área,
de terrenos predominantemente calcários, onde abundam
grutas e galerias formadas ao longo de milénios por águas
pluviais, se caracteriza por um manto vegetal sobretudo
arbustivo. Tendo em conta as condicionantes geográficas do
país, este parque é de grande importância, não somente pelas suas
dimensões significativas, mas ainda pela especificidade de
alguns dos espécimens vegetais autóctones.
 
Figura 3 – Pormenor e vista panorâmica de fracção do Parque
Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
(Fontes: http://www.livrosantigos.com/am/inp2/imagepages/image58.htm
e http://www.albertomesquita.net/am/inp2/imagepages/image62.htm)
A
principal razão pela qual o solo da área ocupada pelo parque é
pobre e ressequido advém das características porosas e
solúveis da rocha que o compõe, bem como à existência de inúmeros
algares,
à qual se deve sobretudo a incapacidade para a retenção da água
pluvial.
Climaticamente,
pode dizer-se que a Serra d'Aire se ergue no extremo sul do maciço e é a
divisória natural geográfica entre dois tipos diferentes de solos e de
clima. Do lado sul, já em pleno Ribatejo, mas ainda longe do factor
moderador do Tejo, observa-se um clima tipicamente
mediterrânico, com pouca precipitação e um solo argilo-arenoso. Do
lado Norte, já em pleno Maciço, a acentuada influência marítima do
Atlântico que propicia uma elevada precipitação (1400mm), bastante acima
da média nacional. No entanto, esta pluviosidade não é distribuída ao
longo do ano e cai quase unicamente durante o Inverno. Isto, aliado às
características do solo, determina que esta seja uma região adversa à
agricultura.
A
Reserva Natural do Paúl do Boquilobo (Figura 4),
situada ao redor do paúl
com o mesmo nome, em plena lezíria ribatejana, confinante com o
Rio Tejo, com os seus terrenos alagados durante quase todo o ano,
possui um coberto vegetal com algumas especificidades bastante
interessantes.

Figura 4 – Vista panorâmica de um segmento da Reserva Natural
do Paúl do Boquilobo.
(Fonte: http://www.ribatejo.com/ecos/ambiente/boquilobo.html)
A
Senhora do Monte (Figura 5), área
envolvente de uma pequena ermida situada próximo do cume da Serra
da Barrosinha, é um local privilegiado, uma vez que apresenta
exemplares únicos na sua composição vegetal.

Figura 5 – Visão singular da Senhora do Monte.
(Fonte: http://www.albertomesquita.net/am/inp2/imagepages/image63.htm)
Os Olhos d’Água, a Renova e o Agroal (Figura
6) são locais aprazíveis onde
nascem respectivamente os rios Alviela, Almonda e Nabão. Acresce que o
Agroal está situado nas proximidades de Tomar (Figura 7),
onde a Ordem dos Templários teve o seu principal baluarte em
território nacional.
 
Figura 6 – O Agroal, nascente principal do Rio Nabão. À
esquerda é visível o complexo habitacional que suporta a estância termal
e à direita uma das vertentes envolventes, com o rio e a estrada de
acesso.
(Fontes: http://www.ribatejo.com/ecos/ourem/orpatrimonio.html
e http://www.ripon.edu/faculty/lilliosk/agroal.htm)
É de salientar que todos os locais aqui referidos se distribuem
por terrenos pouco ou nada tocados pelo homem e que distam no
máximo 30 quilómetros relativamente ao centro do vórtice energético
da Cova da Iria – Fátima.
Na fase de preparação da essência floral, é determinante a presença do
quinto elemento – o éter – ou, se assim lhe quisermos
chamar, o espírito, e essa é de facto a parte que nos compete
adicionar.

Figura 7 – Na cidade de Tomar podem ser encontrados inúmeros
vestígios da presença dos cavaleiros do templo, a Ordem dos Templários.
À esquerda, a Corredoura, nome dado ao espaço onde eram corridas as
lanças. À direita, o Convento de Cristo, que foi a sede principal da
Ordem dos Templários, em Portugal.
(Fontes: http://www.portugaltravelguide.com/pt/tomar.htm)
Pessoalmente, guardamos para com as plantas em geral uma
atitude respeitadora, postura que reforçamos com reverência e
com gratidão sempre que se nos é colocada a necessidade de obter
uma essência floral. Por norma, não danificamos quaisquer plantas
de forma gratuita, preferindo preservar as condições em que a
natureza permite que elas se desenvolvam. Mesmo sendo apreciadores de
flores, jamais as colhemos para fins que não sejam estritamente
justificáveis para a produção de essências.
Após termos decidido qual a espécie a utilizar, reduzimos a
colheita a um mínimo necessário de flores, optando se
possível por recorrer a plantas diferentes e evitando desguarnecer
grandes áreas ou despir plantas completas. Por norma andamos munidos de
grandes envelopes de papel, uma tesoura de podar e uma
tesoura comum, que nos permitem manipular as flores sem as
danificar e evitando o contacto directo com as nossas mãos.

Figura 8 – Uma visão muito particular da Serra d'Aire...
(Fonte: http://www.pietons.cicrp.jussieu.fr/pietons/easter2000.html)
A
fase mais profícua no que refere à colheita das flores que
deram origem aos ZED Florals registou-se no decurso de uma
situação de excepção, em que nos encontrávamos desocupados durante
grande parte do tempo, portanto com muita disponibilidade para a
observação, selecção e colheita de espécimens.
Assim, desde finais de Março de 2001 até ao final desse mesmo ano, foram
por nós colhidas mais de trezentas subespécies de flores, dando origem a
outras tantas essências florais. No ano seguinte foram colhidas quase
noventa, e no decurso dos anos subsequentes o seu número tem sido
praticamente insignificante. Devemos confessar que a colheita da
esmagadora maioria das quase cinco centenas de essências florais
(sob a forma de tintura mãe)
que até agora produzimos decorreu em situações bastante
triviais, quer como resultado de uma procura e busca específica,
quer particularmente como aparente obra do acaso.

Há pelo menos uma
essência floral das linhas
ZED Florals que responde
cabalmente ao
seu problema físico, mental, emocional, espiritual ou energético! |