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TERAPIA FLORAL 5 MESES DEPOIS...
UM MAIS UM IGUAL A DOIS (?)
Apenas + 1 Ponto de Vista...
TERAPIA FLORAL 5 MESES DEPOIS...
Em Jeito de Balanço:
No presente momento, após a
frequência dos cinco primeiros meses do curso,
tenho consciência da forma subtil como se tem vindo
a operar em mim de forma paulatina mas sustentada,
um conjunto de transformações tendentes a
tornar-me um terapeuta vibracional bastante
melhor equipado do que era até aqui.
Pelo leque de temas até aqui abordados e pela
qualidade e quantidade de conhecimentos até
agora adquiridos, estou crente de que tenho sido
largamente compensado das (relativamente poucas)
horas que tenho subtraído aos meus restantes
afazeres[i]
a fim de comparecer às aulas e sobretudo de as
preparar.
Paralelamente (por que não o mencionar, por clara
constatação?), através da reflexão que
acompanha a investigação, e da qual é
corolário, o encontro com o meu âmago, o meu
verdadeiro Eu, tem vindo a ser facilitado,
concorrendo para tal não apenas o propiciar das
circunstâncias, mas igualmente o esforço nesse mesmo
sentido, originado por exemplos colhidos na sala de
aulas.
De facto, tenho vindo a assistir, por um lado ao meu
despertar para uma série alargada de
sinais (símbolos e indícios) merecedores de
maior atenção da minha parte e aos quais era
praticamente insensível, por outro, é inegável a
forma como tenho desenvolvido e aguçado a capacidade
de encontrar as causas subjacentes a
determinados sintomas que os pacientes
patenteiam, fruto indiscutível do alicerçar
de conhecimentos graças ao acréscimo de
informação resultante do estudo e da prática.
Não apenas as palestras, conduzidas a maior
parte das vezes por oradores cujo denodo e
empenho, aliados à evidente proficiência nas
matérias em discussão, souberam emprestar um
cariz verdadeiramente electrizante para
boa parte da audiência[ii],
mas igualmente os trabalhos de preparação
dessas palestras pelo nosso lado, envolvendo a
consulta dos livros aconselhados e a
investigação em bibliotecas e sítios da Internet, me
tem permitido, se não ampliar os
horizontes (o que, sem sombra de dúvida, por
vezes ocorreu), pelo menos aprofundar e
consolidar conhecimentos.
O próprio facto de lidar com mais facilidade
com a informação “científica” de que disponho, a
compartimentação e arrumação de conceitos
e a maior capacidade para os integrar num
todo, vieram a permitir que gradualmente tenha
passado a conseguir prestar muito mais atenção à
intuição, a ouvir-me a mim próprio, isento de
juízos, quando confrontado com as
dificuldades apresentadas pelos pacientes.
Conto sinceramente que os restantes dois terços do
curso me deixem ainda mais agradado
relativamente à decisão de me ter matriculado, mas
sobretudo que se tornem bastante mais manifestas a
vantagens da sua frequência. Pessoalmente,
estou a trabalhar nesse sentido...

UM MAIS UM IGUAL A DOIS (?)
Será Mesmo Assim?
Não pretendendo enredar-me nos
meandros filosóficos, matemáticos, biológicos,
astronómicos, ou sequer teológicos para os quais o
aprofundar deste tema evidentemente me
arrastaria, limitar-me-ei aqui a expressar a minha
(actual) convicção de que a afirmação que
serve de base ao presente trabalho (1+1=2) apenas
sob um dos pontos de vista poderá ser encarada como
correcta.
Se bem que, desde a mais tenra infância, na altura
em que começámos a aprender os algarismos e
adquirimos a noção de qual o valor
quantitativo de cada um deles, o nosso universo dos
números reais tem-se encarregado de manter
como indesmentível essa afirmação matemática
elementar...
Basta tomarmos como ponto de partida um exemplo
biológico tão comum como a reprodução,
quer sexuada, quer assexuada, para não ser
necessária grande imaginação ao afirmarmos que um
mais um tende para infinito, ou seja, que no
mínimo, é verdadeiro 1+1=3...
Já do ponto de vista espiritual, podemos
constatar o contrário, em que o conjunto das
almas, ou se o preferirmos, a sua soma, tende
para a unidade, ou seja, 1+1=1...

Apenas + 1 Ponto de Vista...
Uma vez que não
estou muito voltado para levar a cabo um exercício
de estilo, porventura estéril, acerca desta questão,
ir-me-ei antes debruçar sobre o modo como os
florais, bem como um vasto leque de outras
terapias vibracionais, ao encararem o ser humano não
apenas como um corpo físico composto por peças
catalogadas, mas
como muito mais,
ou seja, um conjunto de corpo, mente e espírito.
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Na minha opinião,
cada um de nós é como que parte de uma
Alma una e perene (uma fracção da
essência divina) que ocasionalmente possui um
corpo (que lhe permite experienciar determinadas
lições, numa dimensão especial, em que o
tempo, tal como o espaço, se tornam
lineares e comensuráveis) destinado a cumprir uma
missão específica.
Agrada-me apelidar “movimento da Alma” à
missão que cada um de nós tem para cumprir, ou, por
outras palavras, à via para a qual o nosso Eu
Superior, munido de todo o saber ancestral
(que nos foi ocultado no momento em que encarnámos),
constantemente procura conduzir-nos, quer através de
sugestões, quer de advertências.
De facto, recorrendo a um vasto conjunto de
artifícios tais como vozes, visões, sensações
tácteis, aromas, paladares, etc., que fogem àquilo a
que vulgarmente chamamos real, mas que identificamos
mais com o mundo dos sonhos e da fantasia, através
daquilo que entendemos como intuição, a nossa
Alma está permanentemente a procurar
chamar-nos a atenção para algo que teimamos em
ignorar.
Trata-se da diferença subtil que se
verifica em nós e que faz com que nos sintamos em
paz, tranquilos, centrados, serenos, alegres,
harmonizados, enérgicos, criativos, fortes,
confiantes, felizes, calmos, estimulados,
compreensivos, libertos, equilibrados, receptivos,
amando-nos a nós próprios e aos outros sem
reticências, ou pelo contrário, fiquemos
melindrados, receosos, ciumentos, apáticos,
ameaçados, irritados, desconfiados, críticos,
desiludidos, possessivos, aterrorizados,
fracassados, culpados, vítimas, irados, bloqueados,
ansiosos, fatigados, pessimistas, carentes,
amedrontados, tristes, desinteressados,
enfraquecidos.
O modo como reagimos face aos estímulos
externos dita a forma como estamos ou não a
aprender a nossa lição, ou seja, a
cumprir a nossa missão terrena. Quanto mais
as nossas atitudes nos afastam do
caminho que havíamos escolhido trilhar nesta
vida, tanto maiores e mais intensas se tornam as
advertências que nos são feitas,
multiplicando-se então os entraves e os escolhos à
nossa caminhada.
Quando tal ocorre, começamos a ficar
energeticamente desequilibrados, sendo tais
desajustes reflectidos essencialmente ao nível das
emoções. Após as emoções de sinal contrário
ao amor e à felicidade terem encetado o controlo da
nossa conduta, facilmente os nossos corpos mental
e físico (somos particularmente sensíveis
sobretudo às manifestações que ocorrem neste último)
se transformam na arena ideal para a
doença, manifestação derradeira e mais gravosa
do desequilíbrio energético entretanto
encetado.
O conjunto alargado das terapias vibracionais,
de entre as quais avulta a que se baseia nas
essências florais, ao encarar o ser humano
e o ambiente envolvente como um todo, procura, dum
ponto de vista holístico, não apenas conduzir
o processo de recuperação até um ponto de
neutralidade no qual os sintomas deixem
de se manifestar (tal como faz a medicina
mecanicista a que chamamos tradicional), mas vai
muito mais além, minorando a relevância
destes últimos e a própria doença em si, para se
consagrar à cura integral do ser, ao
reencaminhamento deste no mesmo sentido em que a
Alma anseia deslocar-se.
A terapia floral, em particular e tendo em
conta os aspectos que a caracterizam e distinguem
das restantes, tira partido da natureza
envolvente, da sua generosidade e das suas
capacidades regeneradoras e harmonizantes ao
recolher e preservar as frequências das vibrações
que são peculiares às flores de cada
espécie vegetal, a fim de que estas entrem em
ressonância com as particularidades energéticas
do ser humano que se pretende curar.
Numa primeira fase do tratamento, visa-se
minorar a intensidade dos picos de
manifestação das emoções adversas, para de seguida,
num processo continuado no qual o indivíduo passa a
desempenhar um papel activo, identificando-se e
responsabilizando-se crescentemente face aos
fenómenos que ocorrem na sua vida, ou pelo menos
quanto à forma como reage àqueles, a preocupação
passar a ser o espaçamento das crises até à
sua total erradicação.
Nesta terapia, o objectivo é corrigir no
indivíduo os factores emocionais que
tendem para o medo, o desamor, o sofrimento, a dor
(por irem numa direcção oposta à do movimento da
Alma), orientando-o no sentido do reencontro
com a sua verdadeira essência (passando a
estar em consonância com o seu Eu Superior),
sendo “compensado” com tranquilidade, equilíbrio,
alegria, amor.
Quando estamos em consonância com o Eu
Superior, amando-nos e aos que nos
rodeiam de modo incondicional, passamos a
partilhar a perspectiva de que somos
segmentos duma única e mesma Alma...
[i]
A fim de conseguir cumprir os
parâmetros mínimos de rigor e de empenho que
estabeleci comigo próprio ao matricular-me
neste curso, no sentido de adquirir uma
manifesta mais valia como contrapartida do
esforço que a sua frequência viesse
representar.
[ii]
Aqui só posso referir-me a
impressões visuais que vim colhendo, uma vez
que raramente tive ocasião ou mesmo tenção
de trocar impressões com colegas acerca
desse tópico e, se tal ocorreu, jamais lhe
poderia atribuir o alcance estatístico de
uma auscultação alargada.
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