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O QUE É UM
CRISTAL?
Devido à sua ímpar e
admirável beleza, os cristais jamais
passaram despercebidos aos nossos olhos, pois é
quase impossível resistirmos ao encanto e
fascínio que em nós produzem.
Essa atracção não se deve somente ao seu
aspecto, pois de facto ela é, em parte, originada
pela energia que eles emanam, e disso
são testemunhas algumas pessoas
energeticamente mais sensíveis que conseguem
inclusive descrever as suas qualidades,
bastando para tanto tocá-los.
A esmagadora maioria dos cristais é formada
através da acumulação continuada de substâncias
minerais específicas à massa cristalina
em formação, constituída essencialmente por silício
e oxigénio em estado líquido, sob distintas
condições de pressão e temperatura. Assim, a partir
de moléculas agrupadas de óxido de silício
(cuja fórmula química é SiO2), vão-se produzindo
espirais com estrutura tridimensional e
geométrica requintadas, das quais o quartzo,
também conhecido como cristal-de-rocha, é o
exemplo mais comum e conhecido pela maioria de nós.
Cada tipo de cristal, devido à sua
composição, à estrutura e à cor,
para além de outras peculiaridades que não cabe aqui
referir, possui características energéticas
que o distinguem dos restantes, prestando-se a
usos mais ou menos específicos, que,
através duma programação adequada, se poderão
tornar ainda mais especializados.
No seu todo, os cristais constituem potentes
amplificadores energéticos, além de,
nas suas formas mais límpidas e aprimoradas, as suas
cores nos harmonizarem a todos os níveis, de acordo
com os princípios cromoterápicos. Os cristais
possuem a capacidade de captar a
energia que os rodeia e de a difundir,
direccionando-a a amplificando-a, tornando-se por
esse facto ferramentas energéticas de
grande valia para nós.
DE ONDE VEM A
CRISTALOTERAPIA?
Podemos declarar que, desde
que o homem
começou a
usar utensílios, passou a tirar partido
dos
cristais e doutras pedras,
inicialmente, devido à sua dureza e a outras
características físicas que lhes foi
descobrindo, em simultâneo, sem dúvida que atraído
pela sua beleza.
Dessa forma,
cedo terá encontrado aplicação para os
vários cristais com que se deparava,
enfeitando-se com eles e usando-os para inúmeros
outros fins. Tempos depois, por força da
experiência e da percepção adquirida com o uso de
uns ou outros géneros de cristais, começou também a
socorrer-se deles nas suas práticas
religiosas e terapêuticas.
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Com a especialização do uso das pedras
preciosas e semipreciosas (um nome
atribuído aos cristais, graças à sua
raridade e valor intrínseco), o seu uso
passou a ser limitado a sacerdotes e
iniciados, tendo tal restrição conferido a estes
poder equivalente ao das suas grandes
capacidades curativas.
Temos notícia de que, especialmente na Índia, na
Grécia e no Egipto, os cristais eram usados
como fontes de energia que potenciavam os
remédios, constituindo-se como auxiliares de
vulto para as práticas terapêuticas (ou seja,
médicas).
Tendo tido ao longo dos tempos um papel
ornamental incontestável, (ao ser usado como
elemento realçado em pingentes, anéis, pulseiras,
colares, gargantilhas, braceletes, coroas...) e em
inúmeros casos, decerto com a função complementar de
amuletos e de talismãs, mas sempre
(mesmo que os seus portadores o ignorem) com uma
marcada função terapêutica, os cristais
surgiram bem antes de nós, estão connosco
(ajudando-nos) e irão perdurar...
Tanto em épocas recuadas, quanto na actualidade, as
gemas (outro nome conferido aos cristais)
são usadas como relevante complemento de
inúmeras formas de terapia, das quais não está
excluída a medicina alopática, entre nós dita
convencional.
QUAL É O PAPEL DO
CRISTALOTERAPEUTA?
Previamente a qualquer uso
terapêutico dos cristais, é fundamental
proceder-se à sua limpeza e purificação
energética, para que sejam descarregados de todas as
energias que acumulou nos locais e através
das experiências por que passou.
A esta operação prévia, segue-se a programação
energética, na qual são tidas em conta as
propriedades intrínsecas que caracterizam cada
um dos cristais em particular,
amplificando-as e potenciando-as de modo a
torná-los mais úteis e influentes para
o fim em causa.
Tanto a primeira quanto a segunda fase podem de
preparação dos cristais para um
objectivo determinado processar-se de
variadíssimas formas, competindo ao
cristaloterapeuta decidir de entre todos quais
os mais adequados em cada ocasião.
É também tarefa do cristaloterapeuta,
socorrendo-se para tanto, quer do conhecimento
aprofundado dos cristais e das
características inerente a cada um, quer da sua
própria sensibilidade energética e intuição,
definir quais deles são os mais indicados para
cada caso e como e onde deverão ser aplicados.
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