|
A nossa maneira de ser, determina em
traços gerais as cores que escolhemos para o
nosso vestuário, os ambientes que
frequentamos e até os alimentos que
preferimos. As nossas emoções e
sentimentos interagem também com as cores,
sendo por elas influenciados e influenciando
as nossas preferências momentâneas, bem como o nosso
comportamento.
AS CORES QUE VEMOS SÃO ENERGIA!
O universo é energia,
um imenso mar de nuances energéticas,
e, de toda a vasta gama de frequências
vibracionais que sabemos existirem, poucas são
aquelas a que o Homem é sensível, contando-se
entre estas as que conhecemos como luz e que
integram o chamado espectro de luz visível
(uma diminuta gama de comprimentos de onda que se
situa entre os infra-vermelhos e os ultra-violetas).
De acordo com Newton, as cores resultam das
variações de frequência com que as ondas de luz
emitidas pelo Sol (a nossa principal fonte de
energia luminosa) são recebidas na Terra
e percepcionadas pelo Homem, sendo
sete as suas cores primárias (cada uma
destas cores se desdobra em inúmeras tonalidades,
porém, em termos práticos podemos dizer que se
resumem a sete), como as que conseguimos observar no
prisma óptico e no arco-íris
(vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e
violeta).
O QUE É A CROMOTERAPIA?
Basicamente, todos conseguimos
perceber que as cores quentes
(predominantemente vermelhos, laranjas e amarelos),
cujos comprimentos de onda são maiores, nos
influenciam através do aumento da excitação (percebe agora o porquê
do uso e abuso dos vermelhos nos recintos de
dança?), e que tendemos afrouxar e a
relaxar face às cores frias
(predominantemente roxos, anis, azuis e verdes), que
com as suas frequências mais elevadas, nos conduzem
a esses estados (entende agora a razão de nos
hospitais e nas zonas de repouso e descontracção
predominarem os verdes?).
Pois bem, a Cromoterapia é uma terapia
que recorre ao uso das cores (energia com
comprimentos de onda perceptíveis pelo olho humano)
para estimular ou enfraquecer certas
capacidades que possuímos deficientemente ou
excessivamente, consoante o caso.
 |
Para lá de todas as possíveis considerações, a
Cromoterapia, que já os antigos gregos e
egípcios estudavam e punham em prática, actualmente
é apoiada pelas modernas ciência e tecnologia,
permitindo-lhe uma investigação e
aplicação cada vez mais precisas e
eficazes.
A Cromoterapia tira partido da premissa de
que uma cor consiste na sensação
produzida no cérebro humano quando a luz com
uma determinada frequência estimula os
órgãos da visão e, dessa forma, desenvolve
técnicas de aplicação cromática com fins
terapêuticos.
Um dos meios de que a Cromoterapia
se socorre consiste na observação ou na
visualização mental duma determinada cor
durante um intervalo de tempo estabelecido,
intercalando-a ou não com outra (por exemplo,
para a resolução de problemas de insónia,
podemos intercalar a visualização do violeta com o
preto, a fim de induzir o sono, uma vez que uma cor
é dotada duma vibração mais espiritual e a outra
simboliza a noite e o repouso).
Uma das formas mais eficazes de tirar partido da
Cromoterapia passa por expor o organismo do
paciente (na sua totalidade ou apenas partes
deste) a um foco de luz colorida ou à
aplicação intercalar dum filtro colorido
entre um foco de luz branca e aquele.
É prática comum a associação da
Cromoterapia a outras terapias
energéticas, como por exemplo a Aromaterapia, a
Cristaloterapia, as Essências Florais, o Reiki, e
muitas outras, como o Feng Shui e a Radiestesia.
No entanto, por mais sofisticadas que sejam as
técnicas e recursos disponibilizados, uma das formas
mais simples de Cromoterapia consiste na
ingestão de água (ou outro líquido) que foi
previamente solarizada sob o efeito de
determinada cor.
Verifique as principais propriedades
destas cores, passando com o rato
sobre cada uma delas, ou clique numa qualquer para ver a
tabela
completa.
 |